Uma Nêspera no c… e muito sono para pôr em dia!

Confesso… Ainda estou a ressacar e o corpo só pede cama!


Sábado à noite (mas mesmo à noite!) os miúdos ficaram com a avó #35. Já jantados e quase a ir para a cama, saímos nós… os crescidos! Confesso que naquela altura só me apetecia deitar, mas a noite prometia muito riso. E lá fomos nós todos “lampeiros” para o Famous Fest, na LxFactory. Prontos para vermos Uma Nêspera no Cu, com Bruno Nogueira, Nuno Markl e Filipe Melo.

Chegámos e ainda tivemos tempo de beber uma imperal no Café da Fábrica. Mas cruzes! Estamos mesmo a ficar uns velhos refinados, porque acabamos a imperial e logo comentamos xiiii! cerveja em copo de plástico e sem nada para acompanhar sabe mal. Somos meninos para só beber minis em dia de calor e nos outros vá! variamos entre a cerveja belga, a alemã ou a da moda, a artesanal! Porra! Longe vai o tempo que por 1€ o pessoal ficava contente.

Mas o espetáculo? Isso é o que interessa. Começou à 1 da manhã. Senhores, 1 da manhã? Tenho filhos pequenos e os meus olhos já estão cravados de Joãos Pestana (não é um! já são mesmo muitos a tentar fechar as persianas, como se tivessem encravadas!) Pensei. Mas assim que aqueles três subiram ao palco despertei logo. Não me recordo muito bem da ordem dos dilemas, mas ri-me. E ri-me não só com eles, mas também com as maravilhosas ilustrações que os iam acompanhando, realizadas por João Pombeiro. Coitado do Markl!

Os convidados foram vários. Para os acompanhar nos dilemas, subiu ao palco a Teresa Guilherme. Por momentos pensei que iriamos ouvir aqueles risos estridentes tão caracteristicos daqueles programas pink que ela está habituada. Mas não! Foi de uma subtileza genial. Esteve à altura deles, sem nunca ter referido nenhuma palavra menos própria! Grande Teresa! Daniel Oliveira, que com o seu rigor jornalistico, conseguiu lidar muito bem com os dilemas propostos. À mistura, surgiram momentos de humor e musicais com outros protagonistas… Guilherme Leite (de cuecas! e por instantes pensei que estivesse mesmo nu! Credo!), Manuel João Vieira (apenas proferiu uma palavra, que não vou repetir aqui, por ser menos propria para uma mamã), um acorde do Legendary Tiger Man (sim! um acorde e acho que propositadamente desafinado) e finalizamos com os hit musicais “Tenho uma lágrima no canto do olho” e “Mariquinha” de Bonga. Uma plateia ao rubro!

Depois cama … 04:30 estava a deitar-me. Levantei-me às 06 e picos para pôr a chucha ao #pedescalço, às 07:20 para lhe fazer o leite e às 8:30 já tinha a companhia do #27.

Devo horas à cama desde então … vou dormir!

#38

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