Frutos e Raízes

Ontem tinha sono … muito sono, que não consegui terminar o post a tempo.

Os miúdos já dormem e o #42 ainda está a trabalhar, por isso cama é a melhor coisa que me vem à cabeça para fazer neste momento. Tive o fim-de-semana fora com os pequenos. O #42 ficou em modo workaholic e eu fui com o #27 e o #18 reviver um pouco os meus tempos de criança.

Fomos até à Feira dos Frutos, que após largos anos ausentes do Parque, regressou ao mesmo. Lembro-me vagamente de ser miúda e andar no Parque à noite, de barraquinha em barraquinha a espreitar o que se passava. Lembro-me de achar que era mágico, e por isso ficou na memória. Assim como tantas outras coisas naquele Parque, que estão agora abandonadas. A “minha” sala de ballet, a pequena biblioteca a abarrotar de livros, os pavilhões onde ia ter actividades de tempos livres. Enfim! Deixa lá o saudosismo de parte. Existem outras coisas que se mantiveram, que voltaram ou até mesmo que se renovaram.

A Frutos voltou como o mesmo espirito. Tive com os miúdos (e ainda com o #42, que nos foi acompanhar apenas na primeira noite) a ouvir (leram bem…ouvir!) António Zambujo, enquanto estávamos numa interminável fila para comprar um bifana.

Não vos vou contar que acabou o pão nos clientes antes de nós e por isso a espera ainda se prolongou. E que o #42 conseguiu atravessar uma multidão com o tabuleiro cheio de bifanas e cerveja, até que chegámos ao local onde íamos comer e ele entorna as cervejas por cima dele e das bifanas. Não foi a sua noite, sem duvida!

No dia seguinte já sem a companhia do #42, conseguimos comer uma bifana quente e após esperarmos 5 minutos na fila. O que fez as delicias do #27, que é louco por bifanas. De resto, igual a tantas outras feiras, mas num sitio fantástico.

Hoje pela manhã ainda dei um salto ao Parque com os miúdos, mas desta vez longe da feira. O café do Parque foi remodelado, agora chama-se Raízes e que veio dar ao Parque outra vida. Soube lindamente passar lá a tarde de sábado e a manhã de domingo.

DSC02546

Renovaram o espaço interior. Uma nova sala de jantar, um bar diferente e tudo decorado de uma forma simples mas com um ar muito convidativo. Não foi desta que fiquei para jantar ou almoçar por lá, mas não tarda muito irei fazê-lo. Talvez só com o #42 para calmamente apreciarmos a vista do parque. Para quem tem filhos, um espaço como este é um privilégio. Poder estar sentado (e por sentado, digo mais do que 2 minutos, mas sempre menos que 5) a beber um café, enquanto os miúdos correm de um lado para o outro, brincam com a terra e exploram as árvores, é sem duvida equivalente a um momento de puro relax. O #27 estava em dia que não se queria sujar enquanto o #18 estava no espirito completamente oposto. Acho que a ele, só faltou rebolar na terra batida. Correram atrás dos pombos, saltaram, fizeram “explorações”, contaram animais. Gastaram energia.

Independentemente de algumas birras do #27, próprias da sua idade, e da personalidade vincada do #18, que não pára quieto um bocadinho que seja, é excelente ter estes momentos com eles.

#38

 

 

 

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